Rinite alérgica: diagnóstico e tratamen

Rinite alérgica: diagnóstico e tratamen
Categoria blog
2018-01-26 14:47:28

A rinite alérgica tem uma prevalência na população mundial em torno de 15%, portanto no Brasil são cerca de 30 milhões de pessoas. É uma reação de hipersensibilidade a determinados agentes do ambiente (alérgenos), melhor dizendo, indivíduos com rinite têm uma sensibilidade aumentada quando em contato com ácaros, que estão presentes na poeira domiciliar, com epitélios de animais, principalmente de cães e gatos, fungos (mofo), dentre outros. Quando entra em contato com estes agentes ambientais, o sistema imune dos alérgicos responde de uma forma diferente dos não alérgicos, liberando uma série de substâncias dentre elas a histamina e os leucotrienos que desencadeiam sintomas como espirros, obstrução nasal, coriza, coceira no nariz, na garganta, nos ouvidos e nos olhos (conjuntivite alérgica).

Dependendo da gravidade dos sintomas e da frequência, tem impacto importante na qualidade de vida, no desempenho escolar e pode evoluir para outras doenças alérgicas como asma (popularmente conhecida como bronquite). Portanto seu tratamento adequado é necessário e deve ser conduzido por um profissional habilitado.

O tratamento varia de acordo com a frequência dos sintomas e de sua intensidade. Por exemplo, um paciente que apresenta sintomas todos os dias deve ser tratado de uma maneira diferente daquele com sintomas mensais. A primeira etapa da terapia deve ser o controle do ambiente onde o alérgico mora e quanto mais perfeita esta profilaxia ambiental, melhores são os resultados inclusive dos outros tratamentos. Hoje, por outro lado,  dispomos de uma série de medicamentos capazes de tratar a rinite alérgica de uma forma eficaz sem praticamente efeitos colaterais. Variam desde sprays de uso tópico nasal a medicamentos antialérgicos sem efeito sedativo, bastante seguros, inclusive em idosos que usam inúmeros remédios e crianças pequenas.

A imunoterapia, popularmente conhecida como vacina, consiste na aplicação regular de doses gradativamente maiores de alérgenos durante um período variável de tempo, mas dura em média entre 3 a 5 anos. É o único tratamento com proposta curativa e que muda o curso natural da doença. Visa modificar a resposta imunológica do indivíduo quando em contato com os alérgenos de tal forma que quando assim o faça não desencadeiem mais sintomas ou que estes se apresentem mais amenos.

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